Culto dia 20 de Setembro de 2015 – Natanael Pedro Castoldi

Ir. Natanael Castoldi

Ir. Natanael Castoldi

Em busca de significado.

Texto: Romanos 1.18-28

Comentário: Todos nós temos consciência que somos mais do que o restante da criação. Há algo muito diferente em nós!  Essa realidade  nos leva inevitavelmente a perguntarmos sobre o significado da vida. O triste é que essa compreensão era natural antes da queda.  Deus era a nossa referência! Agora, o pecado colocou trevas e confusão sobre nossa identidade e, à medida que o homem não  retorna para Deus, busca transcendência em qualquer outra coisa. O ser humano precisa de algo fora dele para afirmar sua identidade.   Pirâmides e ditaduras nada mais são do que idolatrias disfarçadas; produto da ânsia por atribuir algum significado à vida.  A busca de significado gera uma angústia terrível no ser humano, produzindo um desespero existencial, que pode levá-lo aos maiores absurdos, ao suicídio ou a uma fuga sutil, vivendo unicamente para os prazeres que a vida oferece. (Rm. 1.23-25, 1 Co. 15.32).  Qual é a saída que a Bíblia nos aponta? Deus é o criador! Ele é quem dá significado a tudo, mas especialmente a nós, que somos Sua imagem e semelhança.  E, sabendo da nossa inclinação à idolatria; da nossa obstinação a tentar por nós mesmos encontrar significado, Ele nos abriu o caminho da graça. Em Cristo, não precisamos mais correr atrás de significado, pois já o temos. É assim que nos tornamos livres: Não tendo mais nada a provar, podemos viver para fora de nós mesmos, sendo livres então para ser e para praticar as obras para as quais em razão da nossa própria identidade em Cristo, somos chamados a realizar.  (Jo.8.32,  Ef. 2.8-9) *Na ordem dos fatos: CRIAÇÃO – QUEDA – ANGÚSTIA – IDOLATRIA – AUTODESTRUIÇÃO X GRAÇA – SIGNIFICADO – LIBERDADE.

QUESTÕES PARA REFLEXÃO:
1º) Ter noção de tudo e certeza de nada, define a vida sem Deus? Falem sobre isso!
2º)Um visão confusa de Deus, confunde tudo o mais. Verdade? Por quê?
3º)Conforme Ef. 2.8-9, qual é o lugar das obras para o verdadeiro cristão?
4º)Você já passou pela angústia da busca de significado? Quer falar sobre isso?
5)O que mais tocou você na mensagem?

IV – EVANGELISMO E VISÃO:
Talvez uma das maiores barreiras a um evangelismo mais eficaz é a dificuldade de confrontarmos as pessoas com as suas contradições. Não precisamos nos iludir: Ninguém é completo sem Deus.  O Evangelho da graça é a resposta para todo coração carente de significado. Nós precisamos acreditar nisso e semear com coragem e fé: “E como ouvirão se não há quem pregue? E como pregarão se não forem enviados? Como está escrito: Quão formosos são os pés dos que anunciam coisas boas” (Rm. 10:14-15).

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Culto dia 17 de Maio de 2015 – Natanael Pedro Castoldi

Ir. Natanael Castoldi

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A História da Salvação

Comentário:  O Evangelho poderia ser resumido numa simples frase: “Creia em Jesus e serás salvo”.  Porém, para ter uma fé bem consolidada precisamos conhecer a História da Salvação, que  começou num tempo muito anterior dentro da eternidade,  quando o Deus Pai, Filho e Espírito Santo, decidiu criar o ser humano à própria imagem e semelhança. (Gn.1.26-27).  Depois disso veio a queda e com ela  a inevitável separação: O homem pecador não podia mais ter comunhão com um Deus santo, justo e bom.  Porém, Deus não quis destruir definitivamente o ser humano e assim foi estabelecendo alianças: Noé (Gn. 9.1), Abraão (Gn. 12.1-2), Moisés (Êx. 19.5-6), Davi (2 Sm. 7.15-17)  e da descendência de Davi, Jesus, o Messias (Ap. 5.5). Importante compreender que o pecado exige reparação de sangue e foi por isso que Jesus precisou morrer na cruz. (Lv. 17.11, Hb. 9.22, 13.20). Morto, ressuscitado e exaltado, Jesus enviou da parte do Pai o Espírito Santo, gerando a Igreja, o novo povo de Deus. (At.2.1-4, 1 Pe. 2.9) Quando o tempo da Igreja se cumprir, Jesus voltará, dando início aos últimos acontecimentos, que culminarão em  novos Céus e nova Terra. (2 Pe. 3.10-13).  Vemos portanto,  que o cristianismo não é uma simples religião ou filosofia de vida, mas a própria História da salvação, que pode ser demonstrada da seguinte forma:  DEUS – CRIAÇÃO – HUMANIDADE – QUEDA – ISRAEL – JESUS – ESPÍRITO SANTO/IGREJA  –  HUMANIDADE  –  CRIAÇÃO  –  DEUS (eternidade). (Gn. 1.1/ 1 Co. 15.20-28). Em todo o processo, Pai, Filho e Espírito Santo estão envolvidos,  tendo a cruz como o centro dessa fantástica História.  *Jesus está no centro dessa História e portanto, deve estar também no centro da nossa vida.  (Jo. 6.57)

QUESTÕES PARA REFLEXÃO:
1º)Essa mensagem o ajudou a fazer a conexão  entre todos os fatos bíblicos?
2º)Você agora  entende mais claramente por que Jesus é o único caminho para o Pai?
3º)Quais são algumas das seguranças que a fé em Jesus lhe dá?
4º)Através dessa exposição ficou mais fácil compreender a Trindade? Por quê?
5º)O que mais impactou você nessa mensagem?

EVANGELISMO E VISÃO:
Vivemos hoje um tempo em que a emoção se sobrepõe à razão e isso dificulta a transmissão de verdades mais complexas. Essa é uma estratégia diabólica, por que aos poucos vamos perdendo o gosto pela leitura, pela reflexão, pela meditação, perdendo assim o conhecimento e com ele o discernimento.  *Emoções impactam, mas somente a verdade liberta (Jo. 8.32). *Especialmente no evangelismo precisamos cuidar para não colocar apelos emocionais acima da Palavra de Deus.  ( 1 Pedro 1.23-25).

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Culto dia 08 de Março de 2015 – Ir. Natanael Castoldi

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O Menino dos Pães 

Texto: João 6.9
Comentário: A situação dos judeus no tempo do ministério terreno de Jesus era muito difícil. Oprimidos debaixo do jugo de Roma e explorados por uma classe religiosa corrupta, grande parte do povo vivia em extrema pobreza.  Escavações arqueológicas revelam que muitas das doenças da época tinham como principal causa a desnutrição. Assim, onde quer que Jesus andasse encontrava multidões de necessitados, que muitas vezes não tinham sequer o que comer. Foi uma multidão assim, de camponeses pobres,  que protagonizou o milagre da multiplicação dos pães e peixes. Mas, o protagonista principal foi um menino, que queremos chamá-lo de “Menino dos Pães”.  O que aprendemos com esse episódio? I – Dos milhares o menor e do menor para os milhares: ( 1 Sm. 16.7, 1 Co. 1.26-29, Lc. 18.4)  Ele era apenas um menino, trazia a refeição mais simples, seria a pessoa mais improvável para ser requisitada,  entretanto ele tinha motivações puras para estar lá e um coração disposto a repartir o pouco que possuía.  Era tudo o que Jesus precisava para realizar o milagre que supriria a multidão: II – O poder multiplicador da graça: (Mt. 17.20, Mc.4.30-32) No discurso que se segue ao milagre, Jesus se identifica como “Pão da Vida”. Nós O recebemos para multiplicá-lo. Em Jesus, tudo o que somos e temos pode ser potencializado pelo Espírito Santo e desencadear milagres que suprirão as diferentes fomes daqueles que nos cercam; III – Você, o menino dos pães:  Jesus usou as crianças para tipificar a pureza. Um discípulo de Jesus precisa ter uma natureza só. No cesto da graça de Deus, não recebemos pedras e sim somente pães (Mt.7.9). Aquilo que está em nossa cesta determinará se seremos benção ou tropeço. Diga então: Eu sou o menino dos pães!

QUESTÕES PARA REFLEXÃO:
1º)Não sabemos como, mas “o menino dos pães”  foi achado entre a multidão. Você é do tipo que se apresenta, se esconde ou simplesmente se deixa achar?
2º)De quem eram os pães do” menino dos pães”? O que é a graça? Por que a compreensão da graça é tão importante para que o nosso coração se abra para repartir?
3º)Quais são alguns tipos de pães (atitudes) que se multiplicam quando repartidos? E o que seriam as pedras?
4º)Que impacto, produz em você dizer: “Eu sou o menino dos pães”?

EVANGELISMO E VISÃO: Para que nunca possamos dizer que não temos nada a repartir, Jesus se deu Ele mesmo a nós. Quem tem Jesus no coração, tem pão prá repartir.  O grande segredo do poder do nosso testemunho é deixar que Cristo seja visto e manifesto em nós.  Afinal, somos Seu corpo que quer continuar sendo repartido ao mundo.  Tão simples e tão fantástico!

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Culto dia 18 de Janeiro de 2015 – Ir. Natanael Castoldi

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Cristianismo para a glória do homem?

Texto: João 6.1-71

Comentário: Como advento da cultura “Fest Food”, o Evangelho corre o risco de tornar-se apenas mais um meio de atender de forma rápida e barata a satisfação dos nossos desejos e necessidades.  Quando Jesus multiplicou os pães e os peixes, a multidão, embora no caso padecesse realmente de grandes necessidades, ficou entusiasmada, porém, quando Ele começou a falar de compromisso, todos foram se retirando, ao ponto de Jesus perguntar aos discípulos se queriam fazer o mesmo. Pedro representa o crente fiel, aquele que foi convencido que seguirá a Jesus de qualquer modo. Através desses episódios Deus quer nos trazer verdades eternas, revelando a mesquinhez da nossa natureza, para nos levar a desejar o verdadeiro alimento: Um relacionamento de intimidade e total dependência do Pai, através de Jesus.
Como podemos desenvolver essa fé madura e sólida?  *Usaremos o testemunho extraído de três livros: (A Prática da Presença de Deus; A Imitação de Cristo e A Noite Escura da Alma): 1º)Exercitar a prática da presença de Deus:  Um monge francês chamado irmão Lourenço, que viveu no século XVII, durante 10 anos dedicou-se à disciplina de passar o dia todo pensando em Deus. *Quem está constantemente conectado a Deus, estará sendo constantemente alimentado por Ele (1 Tes. 5.17); 2º) Exercitar a imitação de Cristo: Thomas de Kempis, um monge alemão que viveu entre os séculos XIV e XV, escreveu um manual de vida cristã que se tornou o livro mais lido no mundo depois da Bíblia. Devemos sair da teologia para a prática, tendo como grande motivação a compreensão que somos estrangeiros neste mundo. (Hb. 11.13) *É somente nessa dimensão que seremos supridos com a verdadeira paz (Fp. 4.7); 3º)Exercitar a prática de um Deus para a noite escura: João Cruz, monge espanhol que viveu no Século XVI.  Devemos permitir que Jesus ilumine nossa alma escura. O segredo é não fugir da dor, nem tentar esconder a mesquinhez da nossa natureza, abrindo completamente o nosso coração a Ele  e vivendo em tudo, por amor a Ele.
QUESTÕES PARA REFLEXÃO:
1º)Como podemos identificar a cultura “Fast Food” na Igreja?
2º)A conversão a Cristo é  uma entrega incondicional.  O que significa isso na prática?
3º)Como podemos exercitar a prática da presença de Deus em pleno século XXI?
4º)Por que considerar-se estrangeiro no mundo é o grande segredo para imitar a Cristo? O que a paz tem a ver som isso?
5º)Como identificar as áreas escuras da alma? Por que é tão difícil penetrar nelas?
EVANGELISMO E VISÃO:  Hoje há um falso poder agindo na Igreja, dependente de estruturas humanas, estratégias de marketing, manipulação emocional e de interesses escusos, que buscam  a glória dos homens. Entretanto, somente o poder de Deus  pode mudar os corações. No Reino de Deus, nada do que é humano, subsistirá. (1 Co. 3.12-13) O poder de Jesus saía de dentro d’Ele. Se a Igreja quer possuir o verdadeiro poder que transforma, deverá retomar uma espiritualidade autêntica, que brota de um estilo de vida simples e em completa intimidade e dependência de Deus.

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Culto dia 21 de Setembro de 2014 – Ir. Natanael Castoldi

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A BATALHA PELA MENTE
Texto: Mateus 23.13,15,25 a 28.

Comentário: A luta contra a carne é um dever de todo cristão. (Rm. 8.13, Mt. 5.29-30). Mas essa batalha não é facilmente vencida. O pecado nos tornou seres contraditórios, de modo que temos grande dificuldade para compreender o nosso comportamento. (Rm. 7.15). Os seguintes conceitos da psicologia nos ajudam a penetrar nessa realidade: ID: A raiz da nossa personalidade, onde estão os nossos desejos naturais; EGO: Nossa consciência moral, que adverte quando os instintos (ID) precisam ser refreados; SUPEREGO: Condicionamentos externos/sociais, que determinam nossa conduta. O homem carnal irá mais facilmente dar vazão ao seu “ID” enquanto o religioso, no caso os fariseus, irá se preocupar mais com o superego, ou seja, sua aparência exterior.  O cristão verdadeiro terá que tratar com tudo isso.  Não podemos passar a vida apenas refreando instintos, mas vamos trabalhar neles, porque quando o “ID”, ou seja, o nosso coração for transformado, nossa consciência (EGO) será moldada pela Palavra de Deus e, nossa conduta (SUPEREGO) se tornará simplesmente o fruto de uma vida transformada.  Então, na prática, temos que descer à cova do nosso “ID” e matar o leão que se esconde ali. ( 2 Sm. 23.20)  Mas como vamos travar essa batalha? 1º) Autoanálise ou solitude: (Sl. 139.23-24): *Silenciar as vozes exteriores e analisar-se à luz da Palavra e do Espírito Santo;2º)Enfrentamento: (1 Sm. 17.34-37) *Nunca vamos derrotar aquilo que não enfrentamos; 3º)Manter a mente ocupada: (Fp. 4.8, 1 Tes.5.17) *O segredo não é esvaziar a mente, mas enchê-la de coisas boas; 4º)Cuidar com os contextos: (Sl. 1.1,Pv.22.24-25) *Evitar lugares que instigam desejos pecaminosos; 4º)Aproximar-se de Deus e experimentar o seu amor: (Jo.8.32) *Precisamos vivenciar  experiências emocionais com o Espírito Santo; 5º)Aconselhar-se com pessoas maduras na fé: (Pv. 11.14) *Deus nos fez um corpo, porque precisamos uns dos outros; 6º)Pedir que Deus nos livre do mal: (Mt. 6.13) *Mal que pode estar em nós, no mundo ou no próprio Diabo; 7º)Cuidar com  percepções e estratégias erradas:  *Se o mal está em nós, não adianta combater o Diabo e para acabar com  teias é necessário matar aranhas. *Desbrave a sua mente. Analise os seus pensamentos.  Conheça sua condição. Trave a sua batalha e crave uma bandeira de conquista com a marca do sangue de Cristo no seu “eu interior”.

QUESTÕES PARA REFLEXÃO:

1º)Por que uma pessoa dominada pelo “SUPEREGO”, no caso um líder fariseu ou um ditador,  é mais perigosa que uma pessoa dominada pelo “ID”, no caso uma prostituta ou bêbado?
2º)A maioria das pessoas, talvez até mesmo dentro da Igreja,  se preocupam mais com sua conduta exterior do que com o seu coração. Por que elas agem assim?
3º)Mesmo semelhantes na percepção do ser humano, qual é grande diferença da abordagem cristã sobre a abordagem psicológica do comportamento?
4º) Como tem sido seus enfrentamentos?  Você sente que já tem alcançado boas vitórias?
5º)O que mais impactou você nesta mensagem?

EVANGELISMO E VISÃO: Assim como acontecia com os fariseus, muitas vezes o testemunho da Igreja é manchado por vidas contraditórias que querem cuidar a aparência, sem cuidar do coração. Então, quando o coração vaza, os bichos que saem prá fora assustam as pessoas e, com razão. Ninguém gosta de ser enganado!  Por isso, ao falar de Cristo, precisamos que Sua vida esteja em nós.  Que sejamos como promessas que se cumprem, nuvens que trazem chuvas, árvores que possuem frutos.   E, continuemos falando de Cristo!  (Rm. 10.14)

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